"& alias vidi tractatum de fideiussoribus seu assecurationibus, Petro Santerna, Lusitano, Iureconsulto clarissimo autore", Benvenuto Stracca in "De mercatura decisiones, et tractatus varii, et de rebus ad eam pertinentibus in quibus omnium Authorum", 1556. /// Blogue dedicado ao 'Grande Direito Comercial', i.e., ao Direito dos Mercados e das Empresas // Bitácora dedicada al 'Gran Derecho Comercial/Mercantil', i.e., al Derecho de los Mercados y de las Empresas.

marți, martie 21, 2006

"Portugal é 'bom aluno' na responsabilidade social"

Como dá conta o jornalista Márcio Santos Cardoso no Diário de Notícias de hoje, "Portugal está a 'acompanhar o barco' no que diz respeito ao número de empresas que têm na agenda questões de sustentabilidade e responsabilidade social.
Ao nível das grandes empresas 'o número é já impressionante', diz Nathalie Ballan, sócia-gerente da Sair da Casca, empresa pioneira em Portugal em consultoria de responsabilidade social. No Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, são já 76 as empresas inscritas, mas na próxima assembleia geral, segundo Luís Rochartre, seu secretário-geral, estima-se a entrada de mais seis.
'Portugal é das filiais mais activas' do World Business Council of Sustainable Development (WBCSD), afirma Nathalie Ballan. 'É um país pequeno, as pessoas conhecem-se, é fácil partilhar conceitos e valores', refere. Mas só recentemente o País parece ter acordado para as práticas de sustentabilidade e de responsabilidade social. A perspectiva de marketing que lhe está associada, aliás, se à partida poderá parecer uma perversão do próprio conceito, ajuda muito, no entanto, a que ele frutifique." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está disponível em texto integral.

Nota: para um acompanhamento quotidiano desta problemática recomendamos vivamente o nosso Parceiro Responsabilidade Social das Empresas, editado pela Dra. Cláudia Vau.

2 comentarii:

michellehellena spunea...

A responsabilidade social, assumida de forma consistente e inteligente pela empresa, contribui de forma decisiva para a sustentabilidade e o desempenho empresarial.
Com a imagem reforçada e dependendo dos resultados dos projetos sociais por ela financiados, a empresa torna-se mais conhecida e vende mais. Seus produtos e serviços e, sobretudo sua marca ganham maior visibilidade, aceitação e potencialidade.
A empresa-cidadã, traduz-se numa imagem corporativa de consciência social comprometida com a busca de soluções para os graves problemas sociais que assolam a comunidade. Muda sua imagem, fruto do seu novo posicionamento de empresa-cidadã.
Hoje não basta ser somente "bom aluno". Hoje o Terceiro Setor movimenta recursos equivalentes a 4,7% do PIB mundial. A filantropia empresarial, tão recentes para nós, já existe há décadas nos Estados Unidos, sendo que hoje a maioria das grandes fundações filantrópicas americanas são independentes das suas empresas-mãe. Além disso, a maioria das doações do Terceiro Setor vem é de pessoas físicas...
A informação tem que ser difundida em todos os âmbitos para que façamos algo mais... Para deixarmos de ser meros expectadores e passarmos a ser agentes transformadores... Portanto, sermos somente "bons alunos" não é o bastante... E chega a ser medíocre...

Michelle

michellehellena spunea...

A responsabilidade social, assumida de forma consistente e inteligente pela empresa, contribui de forma decisiva para a sustentabilidade e o desempenho empresarial.
Com a imagem reforçada e dependendo dos resultados dos projetos sociais por ela financiados, a empresa torna-se mais conhecida e vende mais. Seus produtos e serviços e, sobretudo sua marca ganham maior visibilidade, aceitação e potencialidade.
A empresa-cidadã, traduz-se numa imagem corporativa de consciência social comprometida com a busca de soluções para os graves problemas sociais que assolam a comunidade. Muda sua imagem, fruto do seu novo posicionamento de empresa-cidadã.
Hoje não basta ser somente "bom aluno". Hoje o Terceiro Setor movimenta recursos equivalentes a 4,7% do PIB mundial. A filantropia empresarial, tão recentes para nós, já existe há décadas nos Estados Unidos, sendo que hoje a maioria das grandes fundações filantrópicas americanas são independentes das suas empresas-mãe. Além disso, a maioria das doações do Terceiro Setor vem é de pessoas físicas...
A informação tem que ser difundida em todos os âmbitos para que façamos algo mais... Para deixarmos de ser meros expectadores e passarmos a ser agentes transformadores... Portanto, sermos somente "bons alunos" não é o bastante... E chega a ser medíocre...

Michelle