Como dá conta o jornalista Márcio Santos Cardoso no Diário de Notícias de hoje, "Portugal está a 'acompanhar o barco' no que diz respeito ao número de empresas que têm na agenda questões de sustentabilidade e responsabilidade social.
Ao nível das grandes empresas 'o número é já impressionante', diz Nathalie Ballan, sócia-gerente da Sair da Casca, empresa pioneira em Portugal em consultoria de responsabilidade social. No Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, são já 76 as empresas inscritas, mas na próxima assembleia geral, segundo Luís Rochartre, seu secretário-geral, estima-se a entrada de mais seis.
'Portugal é das filiais mais activas' do World Business Council of Sustainable Development (WBCSD), afirma Nathalie Ballan. 'É um país pequeno, as pessoas conhecem-se, é fácil partilhar conceitos e valores', refere. Mas só recentemente o País parece ter acordado para as práticas de sustentabilidade e de responsabilidade social. A perspectiva de marketing que lhe está associada, aliás, se à partida poderá parecer uma perversão do próprio conceito, ajuda muito, no entanto, a que ele frutifique." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está disponível em texto integral.
Nota: para um acompanhamento quotidiano desta problemática recomendamos vivamente o nosso Parceiro Responsabilidade Social das Empresas, editado pela Dra. Cláudia Vau.
Ao nível das grandes empresas 'o número é já impressionante', diz Nathalie Ballan, sócia-gerente da Sair da Casca, empresa pioneira em Portugal em consultoria de responsabilidade social. No Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, são já 76 as empresas inscritas, mas na próxima assembleia geral, segundo Luís Rochartre, seu secretário-geral, estima-se a entrada de mais seis.
'Portugal é das filiais mais activas' do World Business Council of Sustainable Development (WBCSD), afirma Nathalie Ballan. 'É um país pequeno, as pessoas conhecem-se, é fácil partilhar conceitos e valores', refere. Mas só recentemente o País parece ter acordado para as práticas de sustentabilidade e de responsabilidade social. A perspectiva de marketing que lhe está associada, aliás, se à partida poderá parecer uma perversão do próprio conceito, ajuda muito, no entanto, a que ele frutifique." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está disponível em texto integral.
Nota: para um acompanhamento quotidiano desta problemática recomendamos vivamente o nosso Parceiro Responsabilidade Social das Empresas, editado pela Dra. Cláudia Vau.
2 comentarii:
A responsabilidade social, assumida de forma consistente e inteligente pela empresa, contribui de forma decisiva para a sustentabilidade e o desempenho empresarial.
Com a imagem reforçada e dependendo dos resultados dos projetos sociais por ela financiados, a empresa torna-se mais conhecida e vende mais. Seus produtos e serviços e, sobretudo sua marca ganham maior visibilidade, aceitação e potencialidade.
A empresa-cidadã, traduz-se numa imagem corporativa de consciência social comprometida com a busca de soluções para os graves problemas sociais que assolam a comunidade. Muda sua imagem, fruto do seu novo posicionamento de empresa-cidadã.
Hoje não basta ser somente "bom aluno". Hoje o Terceiro Setor movimenta recursos equivalentes a 4,7% do PIB mundial. A filantropia empresarial, tão recentes para nós, já existe há décadas nos Estados Unidos, sendo que hoje a maioria das grandes fundações filantrópicas americanas são independentes das suas empresas-mãe. Além disso, a maioria das doações do Terceiro Setor vem é de pessoas físicas...
A informação tem que ser difundida em todos os âmbitos para que façamos algo mais... Para deixarmos de ser meros expectadores e passarmos a ser agentes transformadores... Portanto, sermos somente "bons alunos" não é o bastante... E chega a ser medíocre...
Michelle
A responsabilidade social, assumida de forma consistente e inteligente pela empresa, contribui de forma decisiva para a sustentabilidade e o desempenho empresarial.
Com a imagem reforçada e dependendo dos resultados dos projetos sociais por ela financiados, a empresa torna-se mais conhecida e vende mais. Seus produtos e serviços e, sobretudo sua marca ganham maior visibilidade, aceitação e potencialidade.
A empresa-cidadã, traduz-se numa imagem corporativa de consciência social comprometida com a busca de soluções para os graves problemas sociais que assolam a comunidade. Muda sua imagem, fruto do seu novo posicionamento de empresa-cidadã.
Hoje não basta ser somente "bom aluno". Hoje o Terceiro Setor movimenta recursos equivalentes a 4,7% do PIB mundial. A filantropia empresarial, tão recentes para nós, já existe há décadas nos Estados Unidos, sendo que hoje a maioria das grandes fundações filantrópicas americanas são independentes das suas empresas-mãe. Além disso, a maioria das doações do Terceiro Setor vem é de pessoas físicas...
A informação tem que ser difundida em todos os âmbitos para que façamos algo mais... Para deixarmos de ser meros expectadores e passarmos a ser agentes transformadores... Portanto, sermos somente "bons alunos" não é o bastante... E chega a ser medíocre...
Michelle
Trimiteți un comentariu