"& alias vidi tractatum de fideiussoribus seu assecurationibus, Petro Santerna, Lusitano, Iureconsulto clarissimo autore", Benvenuto Stracca in "De mercatura decisiones, et tractatus varii, et de rebus ad eam pertinentibus in quibus omnium Authorum", 1556. /// Blogue dedicado ao 'Grande Direito Comercial', i.e., ao Direito dos Mercados e das Empresas // Bitácora dedicada al 'Gran Derecho Comercial/Mercantil', i.e., al Derecho de los Mercados y de las Empresas.

luni, decembrie 04, 2006

Banca - novas regras

Informa o Diário Económico que os requisitos definidos pelo Banco de Portugal para a abertura de contas bancárias, com o intuito do combate “internacional ao branqueamento de capitais e ao financiamento de grupos terroristas, estão a complicar a vida nos balcões dos bancos. Ao todo, vão ser “mexidas” entre 15 e 20 milhões de contas, calculando-se que cada português detém produtos bancários junto de, pelo menos, três instituições diferentes.
“Um processo que não chegava a demorar dez minutos, ocupa agora mais de meia hora”, observou Filipe Pinhal, vice-presidente do Millennium bcp ao Diário Económico. Também Pedro Moreira, em representação da Deco, referiu que abrir uma conta bancária se tornou uma “autêntica cruzada” com a entrada em vigor das novas regras".
Pode continuar a ler aqui.

sâmbătă, decembrie 02, 2006

Publicação (PT)

Esta semana sublinhamos a publicação de SA: Assembleia Geral e Deliberações Sociais, pelo Professor Doutor António Menezes Cordeiro, 2006, Livraria Almedina.

Marcas

Informa o Jornal de Notícias que "nos últimos três anos, o número de empresas de calçado portuguesas que solicitaram o registo de marcas, modelos e patentes cresceu mais de 500%. No GAPI - Gabinete de Apoio à Propriedade Industrial, do Centro Tecnológico do Calçado (CTCP), em São João da Madeira, o total de empresas de calçado que registou patentes, marcas e modelos aumentou de três, em 2002, para 39, em 2005, e nos primeiros nove meses de 2006 subiu para 60.Mais significativo foi o crescimento do registo de modelos que passou de cinco, em 2003, para 138 no ano passado e, até Setembro deste ano, já tinha alcançado os 208 pedidos.
Em relação às marcas a evolução tem sido igualmente positiva com os pedidos a duplicaram entre 2004 e 2005, de 17 para 34, e a manter os níveis de crescimento em 2006. Desde o início do ano, até Setembro, o GAPI-CTC recebeu 27 pedidos para novas marcas e logotipos de calçado português.
A um ritmo mais lento, o registo de patentes tem sido solicitado a uma média de dois por ano, desde 2002.

vineri, decembrie 01, 2006

Facpce presentan al Gobierno una reforma fiscal (click aqui)

El presidente de la Federación Argentina de Consejos Profesionales de Ciencias Económicas (Facpce), Miguel Felicevich, hizo hincapié en llevar adelante una globalización de normas que nos inserte en el contexto internacional y dio los lineamientos generales de un proyecto de reforma del sistema tributario que la Federación va a presentar en marzo del año que viene.
El objetivo es introducir cambios en los principales impuestos y en la Ley de Procedimiento Fiscal, para arribar a un sistema más equitativo, con menor evasión y una mejor redistribución del ingreso.
Por otra parte Felicevich introdujo a Juan José Fermín del Valle, que como argentino, es el primer presidente sudamericano de la Federación Internacional de Contadores (IFAC).
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Otra nota de interes:
El eximio Dr. Carlos Fayt dijo que la Corte sufre "un tsunami de causas"
El ministro de la Corte Suprema Carlos Fayt advirtió que el principal inconveniente que enfrenta el Alto Tribunal no es la cantidad de jueces del cuerpo, sino la "inundación de casos" que deben resolver.
Si bien consideró que la reducción de la Corte Suprema de Justicia a cinco miembros es "un alivio", también advirtió que "no es la solución del problema que perjudica la acción de la Corte". "La cantidad enorme de juicios que nos llegan nos ahoga", se quejó Fayt. El magistrado recordó que "la Corte de los Estados Unidos, con nueve miembros, en los últimos diez años conoció en 810 casos, es decir 81 casos al año" y agregó que en Argentina, en el mismo lapso, el máximo tribunal "conoció casi 238 mil casos".
"No hay Corte en el mundo que tenga tamaña cantidad de asuntos", puntualizó el Dr.Fayt.

joi, noiembrie 30, 2006

>> Las Sociedades Off Shore son castigadas con dureza <<

La Cámara Nacional de Apelaciones en lo Comercial aceptó la validez de las reglamentaciones de la Inspección General de Justicia (IGJ) referentes a las sociedades “off shore” que actúan en el país, y declaró irregulares las asambleas societarias en las que participaron este tipo de compañías sin estar inscriptas de acuerdo a la ley de sociedades comerciales. Además, convalidó las multas impuestas a los directores de la empresa que permitieron que eso pase.
La Sala “C” de la Cámara Comercial tomó la decisión en el caso
“IGJ c/ Biasider S.A. y otros”. Allí se cuestionó una multa impuesta por la IGJ a los directores de una sociedad local cuyo capital social estaba integrado en un 99,99% por sociedades constituidas en el Uruguay bajo la forma S.A.F.I., prevista en la ley 11.073 del vecino país. Estas compañías no estaban inscriptas en la Argentina de acuerdo al artículo 123 de la ley de sociedades comerciales.
Ese artículo establece que
las sociedades extranjeras, para constituir sociedad en la Argentina, "deberán previamente acreditar ante el juez del Registro que se han constituido de acuerdo con las leyes de sus países respectivos e inscribir su contrato social, reformas y demás documentación habilitante, así como la relativa a sus representantes legales, en el registro Público de Comercio (en IGJ) y en el registro Nacional de Sociedades por Acciones en su caso".
La IGJ había declarado irregulares las asambleas en las que participaron éstas sociedades, y lo hizo basándose en la
resolución 7/03 de la IGJ, que dispuso que no se inscribiría los instrumentos correspondientes a asambleas o reuniones de socios en las que hubieran participado sociedades “off shore” no inscriptas, sin importar “la cuantía de dicha participación, siempre que los votos emitidos, por sí o en concurrencia con los de otros participantes, hayan sido determinantes para la formación de la voluntad social”.
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Multas a los directores y asambleas invalidadas
Consideraron que sólo cabe sancionar a los directores por las asambleas en las que participaron que fueron posteriores a la resolución 7/03. Es por ello que bajaron a 2 mil pesos la multa impuesta por la IGJ, que había sido de 5 mil.
Enlace:Info Derecho Societario
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Otro tema de interes:
la ley 26.167, que establece un proceso judicial para resolver la situación crediticia de los deudores hipotecarios.

luni, noiembrie 27, 2006

Actividades mercantiles de mediación de seguros y reaseguros privados

En el marco de la legislación española, tiene especial interés la promulgación en los últimos meses de la Ley 26/2006, de 17 de julio, cuyo objeto es regular las condiciones en las que deben ordenarse y desarrollarse las actividades mercantiles de mediación de seguros y reaseguros privados, así como establecer las normas sobre el acceso y ejercicio por parte de las personas físicas y jurídicas que las realicen y el régimen de supervisión y disciplina administrativa que les resulte de aplicación.

Un examen más detenido de esta norma puede encontrarse en Santerna extenso.

Sylvia Gil Conde. Profesora Contratada Doctora de Derecho Mercantil de la Universidad Autónoma de Madrid

Em Portugal, "Site ajuda consumidor a gerir orçamento familiar e crédito"

Como dá conta a jornalista Catarina Craveiro na Agência Financeira, "A GE Money apresentou hoje o ABC do dinheiro, um site cujo objectivo é dotar os cidadãos de ferramentas que os ajudem a controlar as suas finanças pessoais.
Segundo o administrador e director financeiro da GE Money, João Pedroso, 'a aposta é na educação do consumidor para um crédito responsável'.
O site não pretende substituir decisões mas ajudar os cidadãos a gerir a sua situação financeira, o que, se não for conseguido, pode levar ao sobreendividamento. A pensar na organização das finanças pessoais, a GE Money decidiu disponibilizar no site uma variedade de informações e conselhos práticos sobre situações do dia a dia, orçamento familiar e banca e crédito e consumo."
Este artigo pode ser lido em texto integral.

Concorrência

Como sublinha o Jornal de Negócios, "entra hoje em vigor o regulamento da Autoridade da Concorrência (AdC) sobre o procedimento para obtenção de dispensa ou atenuação da coima, no âmbito de processos de contra-ordenação por infracção às regras de concorrência estabelecidas pela Lei nacional.
Em causa está a nova Lei que define uma atenuação ou dispensa de coima no caso de denuncia de prática de cartel.
"Os acordos e práticas concentradas entre empresas que tenham por objecto ou como efeito impedir, falsear ou restringir de forma sensível a concorrência no todo ou em parte do mercado nacional são proibidos pelo direito de concorrência" e "tais práticas são puníveis com coima até 10% do volume de negócios do ano anterior das empresas envolvidas", explica a AdC.
Segundo a Autoridade da Concorrência, a lei estabelece "as condições em que uma empresa que denuncie à Autoridade um acordo, designadamente um cartel, em que tenha participado, pode obter dispensa total de coima (imunidade), redução igual ou superior a 50% ou redução até 50% da coima"

Centro de Arbitragem de Conflitos

Só este ano, o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa já recebeu 2773 reclamações de consumidores insatisfeitos com as suas compras ou com contratos de crédito para o pagamento das mesmas. Metade destes casos não chegaria ao Tribunal Arbitral se os consumidores estivessem melhor informados.
“Se houvesse uma boa informação ou mesmo se os consumidores procurassem mais informações, os conflitos de consumo reduzir-se-íam em cinquenta por cento”, declarou ao Correio da Manhã, Isabel Mendes Cabeçadas, responsável pelo Centro de Lisboa, que conta já com dezassete anos de experiência ao longo dos quais resolveu mais de oito mil casos.
Dos 2773 casos recebidos este ano, até ao passado dia 15 de Novembro, foram instituídos 824 casos e resolvidos 727 conflitos. Para a directora do centro, “há uma grande precipitação da parte dos consumidores quando se trata de comprar alguma coisa a crédito”.

sâmbătă, noiembrie 25, 2006

::La Corte Suprema no redolarizará la economía::

.:Argentina:.
El presidente electo de la Corte Suprema de Justicia de la Nación, Dr. Lorenzetti, manifestó su beneplácito ante la sanción del proyecto de ley que lleva los integrantes del Máximo Tribunal a cinco miembros. Según el magistrado, la medida “facilitará la resolución de fallos como el de la pesificación” para deudores hipotecarios y depósitos.

Respecto a la pesificación, Lorenzetti consideró que la Corte ya decidió por mayoría que “es facultad del Congreso definir la cuestión macroeconómica”, por lo que desestimó la posibilidad de que el tribunal ordene la redolarización de la economía.

Otro tema de interes:
Ratifican obligación de publicar edictos para convocar asambleas
La
Cámara comercial declaró irregular una asamblea de una sociedad anónima que se convocó mediante carta documento a cada uno de los socios y que, si bien contó con la presencia de todos ellos, no logró unanimidad a la hora de la votación. Así lo dijo la Sala D del tribunal, que ratificó la decisión de la Inspección General de Justicia (IGJ) referida a la firma Industrias Bravi S.A. Mediante una resolución de 2004, la IGJ señaló que la sociedad no exhibió a los inspectores presentes en el acto el libro de actas de Directorio, a fin de comprobar que la convocatoria a tal asamblea había sido debidamente dispuesta por el órgano de administración.
Además, el organismo sostuvo que se comprobó que la convocatoria por edictos no se hizo a tiempo y consideró que la asamblea “no podía ser calificada de unánime”. El tribunal aplicó el artículo 237 de la
ley de Sociedades Comerciales que requiere para que exista asamblea unánime “un quórum especial (presencia de la totalidad de los socios) y que las decisiones que allí sean adoptadas reúnan el voto positivo de todos los accionistas con derecho a voto”.

Enlace Societario
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