"& alias vidi tractatum de fideiussoribus seu assecurationibus, Petro Santerna, Lusitano, Iureconsulto clarissimo autore", Benvenuto Stracca in "De mercatura decisiones, et tractatus varii, et de rebus ad eam pertinentibus in quibus omnium Authorum", 1556. /// Blogue dedicado ao 'Grande Direito Comercial', i.e., ao Direito dos Mercados e das Empresas // Bitácora dedicada al 'Gran Derecho Comercial/Mercantil', i.e., al Derecho de los Mercados y de las Empresas.

joi, noiembrie 30, 2006

>> Las Sociedades Off Shore son castigadas con dureza <<

La Cámara Nacional de Apelaciones en lo Comercial aceptó la validez de las reglamentaciones de la Inspección General de Justicia (IGJ) referentes a las sociedades “off shore” que actúan en el país, y declaró irregulares las asambleas societarias en las que participaron este tipo de compañías sin estar inscriptas de acuerdo a la ley de sociedades comerciales. Además, convalidó las multas impuestas a los directores de la empresa que permitieron que eso pase.
La Sala “C” de la Cámara Comercial tomó la decisión en el caso
“IGJ c/ Biasider S.A. y otros”. Allí se cuestionó una multa impuesta por la IGJ a los directores de una sociedad local cuyo capital social estaba integrado en un 99,99% por sociedades constituidas en el Uruguay bajo la forma S.A.F.I., prevista en la ley 11.073 del vecino país. Estas compañías no estaban inscriptas en la Argentina de acuerdo al artículo 123 de la ley de sociedades comerciales.
Ese artículo establece que
las sociedades extranjeras, para constituir sociedad en la Argentina, "deberán previamente acreditar ante el juez del Registro que se han constituido de acuerdo con las leyes de sus países respectivos e inscribir su contrato social, reformas y demás documentación habilitante, así como la relativa a sus representantes legales, en el registro Público de Comercio (en IGJ) y en el registro Nacional de Sociedades por Acciones en su caso".
La IGJ había declarado irregulares las asambleas en las que participaron éstas sociedades, y lo hizo basándose en la
resolución 7/03 de la IGJ, que dispuso que no se inscribiría los instrumentos correspondientes a asambleas o reuniones de socios en las que hubieran participado sociedades “off shore” no inscriptas, sin importar “la cuantía de dicha participación, siempre que los votos emitidos, por sí o en concurrencia con los de otros participantes, hayan sido determinantes para la formación de la voluntad social”.
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Multas a los directores y asambleas invalidadas
Consideraron que sólo cabe sancionar a los directores por las asambleas en las que participaron que fueron posteriores a la resolución 7/03. Es por ello que bajaron a 2 mil pesos la multa impuesta por la IGJ, que había sido de 5 mil.
Enlace:Info Derecho Societario
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Otro tema de interes:
la ley 26.167, que establece un proceso judicial para resolver la situación crediticia de los deudores hipotecarios.

luni, noiembrie 27, 2006

Actividades mercantiles de mediación de seguros y reaseguros privados

En el marco de la legislación española, tiene especial interés la promulgación en los últimos meses de la Ley 26/2006, de 17 de julio, cuyo objeto es regular las condiciones en las que deben ordenarse y desarrollarse las actividades mercantiles de mediación de seguros y reaseguros privados, así como establecer las normas sobre el acceso y ejercicio por parte de las personas físicas y jurídicas que las realicen y el régimen de supervisión y disciplina administrativa que les resulte de aplicación.

Un examen más detenido de esta norma puede encontrarse en Santerna extenso.

Sylvia Gil Conde. Profesora Contratada Doctora de Derecho Mercantil de la Universidad Autónoma de Madrid

Em Portugal, "Site ajuda consumidor a gerir orçamento familiar e crédito"

Como dá conta a jornalista Catarina Craveiro na Agência Financeira, "A GE Money apresentou hoje o ABC do dinheiro, um site cujo objectivo é dotar os cidadãos de ferramentas que os ajudem a controlar as suas finanças pessoais.
Segundo o administrador e director financeiro da GE Money, João Pedroso, 'a aposta é na educação do consumidor para um crédito responsável'.
O site não pretende substituir decisões mas ajudar os cidadãos a gerir a sua situação financeira, o que, se não for conseguido, pode levar ao sobreendividamento. A pensar na organização das finanças pessoais, a GE Money decidiu disponibilizar no site uma variedade de informações e conselhos práticos sobre situações do dia a dia, orçamento familiar e banca e crédito e consumo."
Este artigo pode ser lido em texto integral.

Concorrência

Como sublinha o Jornal de Negócios, "entra hoje em vigor o regulamento da Autoridade da Concorrência (AdC) sobre o procedimento para obtenção de dispensa ou atenuação da coima, no âmbito de processos de contra-ordenação por infracção às regras de concorrência estabelecidas pela Lei nacional.
Em causa está a nova Lei que define uma atenuação ou dispensa de coima no caso de denuncia de prática de cartel.
"Os acordos e práticas concentradas entre empresas que tenham por objecto ou como efeito impedir, falsear ou restringir de forma sensível a concorrência no todo ou em parte do mercado nacional são proibidos pelo direito de concorrência" e "tais práticas são puníveis com coima até 10% do volume de negócios do ano anterior das empresas envolvidas", explica a AdC.
Segundo a Autoridade da Concorrência, a lei estabelece "as condições em que uma empresa que denuncie à Autoridade um acordo, designadamente um cartel, em que tenha participado, pode obter dispensa total de coima (imunidade), redução igual ou superior a 50% ou redução até 50% da coima"

Centro de Arbitragem de Conflitos

Só este ano, o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa já recebeu 2773 reclamações de consumidores insatisfeitos com as suas compras ou com contratos de crédito para o pagamento das mesmas. Metade destes casos não chegaria ao Tribunal Arbitral se os consumidores estivessem melhor informados.
“Se houvesse uma boa informação ou mesmo se os consumidores procurassem mais informações, os conflitos de consumo reduzir-se-íam em cinquenta por cento”, declarou ao Correio da Manhã, Isabel Mendes Cabeçadas, responsável pelo Centro de Lisboa, que conta já com dezassete anos de experiência ao longo dos quais resolveu mais de oito mil casos.
Dos 2773 casos recebidos este ano, até ao passado dia 15 de Novembro, foram instituídos 824 casos e resolvidos 727 conflitos. Para a directora do centro, “há uma grande precipitação da parte dos consumidores quando se trata de comprar alguma coisa a crédito”.

sâmbătă, noiembrie 25, 2006

::La Corte Suprema no redolarizará la economía::

.:Argentina:.
El presidente electo de la Corte Suprema de Justicia de la Nación, Dr. Lorenzetti, manifestó su beneplácito ante la sanción del proyecto de ley que lleva los integrantes del Máximo Tribunal a cinco miembros. Según el magistrado, la medida “facilitará la resolución de fallos como el de la pesificación” para deudores hipotecarios y depósitos.

Respecto a la pesificación, Lorenzetti consideró que la Corte ya decidió por mayoría que “es facultad del Congreso definir la cuestión macroeconómica”, por lo que desestimó la posibilidad de que el tribunal ordene la redolarización de la economía.

Otro tema de interes:
Ratifican obligación de publicar edictos para convocar asambleas
La
Cámara comercial declaró irregular una asamblea de una sociedad anónima que se convocó mediante carta documento a cada uno de los socios y que, si bien contó con la presencia de todos ellos, no logró unanimidad a la hora de la votación. Así lo dijo la Sala D del tribunal, que ratificó la decisión de la Inspección General de Justicia (IGJ) referida a la firma Industrias Bravi S.A. Mediante una resolución de 2004, la IGJ señaló que la sociedad no exhibió a los inspectores presentes en el acto el libro de actas de Directorio, a fin de comprobar que la convocatoria a tal asamblea había sido debidamente dispuesta por el órgano de administración.
Además, el organismo sostuvo que se comprobó que la convocatoria por edictos no se hizo a tiempo y consideró que la asamblea “no podía ser calificada de unánime”. El tribunal aplicó el artículo 237 de la
ley de Sociedades Comerciales que requiere para que exista asamblea unánime “un quórum especial (presencia de la totalidad de los socios) y que las decisiones que allí sean adoptadas reúnan el voto positivo de todos los accionistas con derecho a voto”.

Enlace Societario
Ver fallo completo provisto por MicroJuris

vineri, noiembrie 24, 2006

Insolvência

Aparentemente o novo Código da Insolvência começa a atingir o efeito pretendido. Com efeito, informa o Diário de Noticias que "o número de insolvências apresentadas pelos proprietários, accionistas ou gestores das empresas duplicou nos primeiros dez meses deste ano face ao total registado em 2005. Das mais de duas mil acções de insolvência declaradas, 493 foram apresentadas pelo managment, sendo que as requeridas por terceiro registaram um aumento de 21%, atingindo 980 empresas. A alteração da lei no sentido da responsabilização dos gestores, cujos bens pessoais podem ser chamados à insolvência, pode servir para explicar o crescimento deste tipo de pedidos.
Os dados referem-se a um estudo da Coface sobre as insolvências em Portugal, e concluem, ainda, que o número de empresas sujeitas a Planos de Insolvência - vulgo planos de recuperação - diminuiu drasticamente em 2005 face ao ano anterior, sendo que tudo indica que se mantenha estável este ano (ver infografia). O resultado, acredita Luís Gomes, administrador de insolvências, da maior exigência na análise dos processos por parte das comissões de credores. "Há uma maior profissionalização na apreciação dos planos de insolvências", defende, considerando o facto positivo. "Há uma limpeza do que não é viável, só ficam os que merecem ficar. É mais saudável", diz."

Marca na hora

Segundo o Jornal de Notícias "o serviço Marca na Hora foi alargado a todo o país, sendo agora possível fazer o registo da marca em simultâneo com a constituição de uma empresa. Durante o período experimental de quatro meses, foram registadas cerca de 50 marcas, ao mesmo tempo que se procedeu à constituição de uma empresa."
É possível escolher entre os cerca de 500 nomes disponíveis uma marca de produto protegido para utilização imediata", explicou, ao JN, o secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira. O procedimento evita o tempo de espera pela via tradicional, que impõe oito morosos passos e 12 a 16 meses, até que se consiga registar uma marca."
Pode continuar a ler aqui.

miercuri, noiembrie 22, 2006

"Revista Magister de Direito Empresarial, Concorrencial e do Consumidor"

Saiu o volume 10 (ago/set/2006) da Revista Magister de Direito Empresarial, Concorrencial e do Consumidor, publicada pela Editora Magister.
Neste volume, artigos sobre personalidade jurídica e desconsideração, crimes falimentares, contrato coletivo de assistência à saúde, crimes de sonegação fiscal, relação de trabalho x relação de consumo, além de concessão de serviços públicos. Somem-se jurisprudências e sinopse legislativa.
Para obter mais informações sobre a publicação: magister@editoramagister.com

::Nuevo criterio judicial sobre fusiones::

Tal como sucedió con la controvertida -y aún hoy demorada- fusión de las cadenas de supermercados Jumbo y Disco, la compra de Quilmes por parte del consorcio brasileño dueño de Brahma podría convertirse en un nuevo leading case en materia de operaciones de concentración económica.
La polémica se desató desde que en septiembre último la Cámara Civil y Comercial Federal de la Capital Federal admitió un planteo de la competidora Isenbeck y ordenó a las compañías que funcionen en forma separada hasta tanto se termine el proceso de desinversión de activos dispuesto por la Comisión Nacional de Defensa de la Competencia (CNDC) como condición para aprobar la fusión.
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Otro tema de sumo interes:
La Cámara Nacional de Apelaciones en lo Comercial concedió el recurso extraordinario solicitado por las autoridades del Banco Hipotecario en relación a la homologación del acuerdo preventivo extrajudicial (APE) que la entidad había alcanzado con sus acreedores y que fue rechazado en mayo por el mismo Tribunal. Así lo informó la entidad financiera en un comunicado enviado a la Bolsa de Comercio. En mayo, la Sala D de la Cámara rechazó el APE que el banco celebró con sus acreedores por el cual reestructuró una deuda de u$s1.300 millones. La Cámara sostuvo que las entidades financieras no puede celebrar ese tipo de acuerdos porque tampoco puede presentarse en concurso. La ley 21.526 prevé para los bancos un procedimiento especial de disolución y liquidación que incluye la intervención necesaria del Banco Central. Los magistrados entendieron que "dadas la igual naturaleza y los iguales efectos de ambos institutos preventivos (concurso y APE), impedir uno significa impedir también el otro".